Quinta-feira
13 de Agosto de 2026 - 
ADVOCACIA HOLISTICA - DIREITO HOLISTICO
CONFIANÇA E CREDIBILIDADE FAZ A DIFERENÇA
ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA - TRABALHISTA - CÍVEL - SERVIDOR PUBLICO
APOSENTADORIAS - REVISÕES - PENSÕES- BENEFÍCIOS ASSISTENCAIS (LOAS)

CONTROLE DE PROCESSOS

Caro Cliente, cadastre seu e-mail, e acompanhe seu processo. DJALMA LEANDRO
Usuário
Senha

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

NOTICIAS

PREVISÃO DO TEMPO

Segunda-feira - Serra Talhada,...

Máx
34ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Curitiba, PR

Máx
32ºC
Min
20ºC
Chuva

Segunda-feira - Barra do Garç...

Máx
31ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Recife, PE

Máx
30ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Itapema, SC

Máx
32ºC
Min
22ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Boa Vista, RR

Máx
35ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Salgueiro, PE

Máx
35ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Aracaju, SE

Máx
30ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Abaré, BA

Máx
36ºC
Min
25ºC
Chuva

Segunda-feira - Manaus, AM

Máx
30ºC
Min
23ºC
Chuva

Segunda-feira - Blumenau, SC

Máx
36ºC
Min
21ºC
Chuva

Segunda-feira - Rio de Janeiro...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Salvador, BA

Máx
32ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

COTAÇÃO MONETÁRIA

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
IENE 0,03 0,03
LIBRA ES ... 6,19 6,20
PESO (CHI) 0,01 0,01
PESO (COL) 0,00 0,00
PESO (URU) 0,12 0,12
SOL NOVO 1,31 1,31

Preso por suspeita de desvios na Educação, deputado Thiago Rangel renuncia ao mandato na Alerj

1 de 2 O deputado Thiago Rangel foi preso pela PF — Foto: Divulgação O deputado estadual Thiago Rangel (Avante) renunciou ao mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quarta-feira (12), quando o pedido foi recebido pela Casa e lido durante a sessão plenária pelo vice-presidente da Alerj, deputado Guilherme Delaroli (PL). No pedido, o agora ex-deputado afirmou que apresentava a "renúncia por sua livre e espontânea vontade" em um "caráter irrevogável e irretratável com a finalidade de dedicar-se integralmente a sua defesa" no inquérito que corre no STF. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Com a renúncia, o suplente Wellington José (União), que já exercia o mandato desde o afastamento de Rangel, passa a ocupar a cadeira de forma definitiva. Wellington José era o primeiro suplente do Podemos, partido pelo qual ele e Rangel disputaram as eleições de 2022. Rangel estava afastado do cargo desde que foi preso, em maio deste ano, durante a 4ª fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). A operação investiga suspeitas de fraudes em procedimentos de compra de materiais e contratação de serviços, incluindo obras de reforma, no âmbito da Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc). Operação Unha e Carne A 4ª fase da operação foi deflagrada em 5 de maio. Na ocasião, a PF cumpriu sete mandados de prisão preventiva e 23 de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne Segundo as investigações, contratos de escolas estaduais vinculadas à Diretoria Regional Noroeste da Seeduc teriam sido direcionados para empresas previamente selecionadas e relacionadas ao esquema. A região era apontada pela PF como uma área de influência política de Rangel. Os investigados são suspeitos de crimes como organização criminosa, peculato, fraude à licitação e lavagem de dinheiro. A investigação teve origem na análise de materiais apreendidos na primeira fase da Operação Unha e Carne, que apurou o vazamento de informações sigilosas por agentes públicos. Na ocasião, o então deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi preso. Defesa negou irregularidades Na época da prisão de Thiago Rangel, a defesa do deputado negou a prática de qualquer ato ilícito e afirmou que prestaria todos os esclarecimentos necessários no processo. Leia também: Deputado preso postou figurinha com a própria imagem após receber foto de dinheiro vivoQuem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anosEm áudios, deputado Thiago Rangel dá ordens na Educação e negocia cargos para traficante, diz PFDiretor denunciou à PF pressão de Thiago Rangel para liberar R$ 200 mil de escola à campanha da filha do deputado As fases anteriores 2 de 2 O deputado Thiago Rangel e o ex-deputado Rodrigo Bacellar — Foto: Reprodução Segundo a PF, os vazamentos teriam comprometido operações e beneficiado investigados ligados à facção criminosa. O caso foi incluído no contexto da ADPF 635, a ADPF das Favelas, que trata de ações de segurança pública no Rio. A 1ª etapa da operação foi deflagrada em dezembro de 2025 e teve como alvo o então presidente da Alerj, o deputado Rodrigo Bacellar, hoje cassado. De acordo com a Polícia Federal, Bacellar teria vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, contra o CV. O principal beneficiado seria o ex-deputado Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, apontado como articulador político da facção e preso na Operação Zargun. Ainda segundo a investigação, o vazamento teria permitido a destruição ou ocultação de provas, frustrando a ação policial. Bacellar chegou a ser preso preventivamente por decisão de Alexandre de Moraes, mas foi solto dias depois — após decisão tomada em plenário da Alerj —, com medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Ainda em dezembro de 2025, a 2ª fase aprofundou as apurações sobre a origem dos vazamentos. Nessa etapa, a PF prendeu preventivamente o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). A Polícia Federal informou ter encontrado mensagens, registros de ligações e indícios de relação próxima entre o desembargador e o deputado, o que, segundo a investigação, indicaria troca de favores. A 3ª fase foi deflagrada em 27 de março de 2026. Nessa etapa, Rodrigo Bacellar foi preso novamente, desta vez em casa, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. A nova prisão foi determinada por Alexandre de Moraes após a cassação do mandato do político pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no caso conhecido como escândalo da Ceperj, e após denúncia formal apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 16 de março. Na 3ª fase, a Polícia Federal também passou a relacionar diretamente o caso à ADPF 635, apontando que as condutas investigadas poderiam comprometer ações do Estado no combate ao crime organizado no Rio. A denúncia da PGR inclui, além de Bacellar, TH Joias, o desembargador Macário Júdice Neto e outros investigados. Segundo o órgão, há indícios de uma cadeia de proteção institucional ao crime organizado.
12/08/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
VISITAS NO SITE:  11120607