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STF anula condenação de ex-governador Anthony Garotinho no caso da Operação Chequinho

1 de 2 O ex-governador e ex-prefeito de Campos Anthony Garotinho — Foto: Reprodução O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a condenação do ex-governador do Rio de Janeiro e ex-prefeito de Campos dos Goytacazes Anthony Garotinho no âmbito da chamada Operação Chequinho, que apurou o uso do programa social Cheque Cidadão para compra de votos na cidade em 2016. A decisão foi tomada no julgamento de um habeas corpus e assinada na quinta-feira (27). Segundo Zanin, a condenação se baseou em provas consideradas ilícitas, obtidas a partir da extração de dados de computadores da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social de Campos, sem a preservação da cadeia de custódia e sem perícia técnica. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A defesa de Garotinho comentou a trajetória até a decisão. “Foram 10 anos praticamente levando aos tribunais os argumentos de total ilicitude probatória. A decisão do ministro Zanin é o STF fazendo seu papel constitucional”, disse o advogado Rafael Faria. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os dados eletrônicos, segundo a decisão, foram extraídos por meio de pendrives, sem a apreensão dos equipamentos originais e sem qualquer exame pericial que comprovasse a autenticidade do material. Com isso, Zanin determinou a anulação integral da sentença condenatória proferida pela Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes contra Garotinho. Condenação previa pena superior a 13 anos Em 2021, Garotinho havia sido condenado pela Justiça Eleitoral por crimes como corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documentos e coação no curso do processo, com pena que chegou a 13 anos, 9 meses e 20 dias de prisão, após aumento determinado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ). A condenação foi mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia rejeitado os recursos da defesa. Além de Garotinho, o ministro Zanin também estendeu os efeitos da decisão a outros réus condenados no mesmo contexto da operação. Tiveram as condenações anuladas: Thiago Virgílio Teixeira de SouzaKellenson Ayres Kellinho Figueiredo de SouzaLindamara da SilvaJorge Ribeiro RangelMiguel Ribeiro Machado Segundo a Corte, os processos desses réus também foram fundamentados nas mesmas provas consideradas ilícitas. Operação Chequinho A Operação Chequinho investigou um suposto esquema de desvio do programa social Cheque Cidadão, que teria sido usado para a compra de votos em favor de candidatos ligados ao grupo político de Garotinho em Campos dos Goytacazes, em 2016. Segundo a acusação, milhares de eleitores teriam sido beneficiados com a inclusão irregular no programa social em troca de apoio eleitoral. Com a decisão do STF, as condenações são anuladas, e os processos retornam à estaca zero. Cabe agora à Justiça Eleitoral avaliar se há elementos válidos para uma nova ação, sem o uso das provas consideradas ilegais. O g1 tenta contato com o ex-governador. A reportagem também procurou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Tribunal Regional Eleitoral do RJ (TRE) para saber se com a decisão o político se torna elegível. No entanto, ainda não obteve retorno. Em 2024, dez anos depois de deixar a Câmara dos Deputados, Anthony Garotinho tentou voltar à política disputando uma vaga na Câmara Municipal do Rio, mas não conseguiu se eleger. Na época, a candidatura chegou a ser barrada pelo TRE por causa de uma condenação relacionada a um esquema criminoso que, segundo a Justiça, desviou R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006. Garotinho recorreu da decisão até o Superior Tribunal de Justiça (STJ) para suspender a sentença e só teve o registro de candidatura confirmado no domingo, dia da eleição. Por unanimidade, o TRE aceitou a inscrição do candidato. A decisão, no entanto, veio tarde demais. Com 8.753 votos, Garotinho ficou em 7º lugar dentro do Republicanos e não conquistou a vaga.
28/03/2026 (00:00)
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