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Pacto entre os Três Poderes acelera concessão de medidas protetivas para mulheres

Mais de 50% das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs) são concedidas no mesmo dia em que são requeridas, e cerca de 90% são analisadas em até 48 horas. O dado foi apresentado nesta quarta-feira (20/5), durante cerimônia no Palácio do Planalto que marcou os 100 dias do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio entre os Três Poderes do Estado brasileiro. A iniciativa reúne Executivo, Legislativo e Judiciário em ações voltadas à prevenção e ao combate à violência contra mulheres e meninas. Presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin afirmou que os resultados iniciais demonstram avanço na resposta institucional aos casos de violência doméstica e feminicídio. Segundo ele, a integração entre os órgãos reduziu o intervalo entre o registro da ocorrência e a análise judicial dos pedidos de proteção. “Os resultados já demonstram progresso expressivo: atualmente, 53% das decisões são proferidas no mesmo dia do requerimento, e cerca de 90% são analisadas em até 48 horas”, destacou. Fachin também ressaltou a implementação do Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), documento eletrônico que permite a tramitação digital dos pedidos de medidas protetivas. Segundo o ministro, a ferramenta amplia a integração entre delegacias, juizados especializados e serviços de assistência, permitindo que atuem em tempo real. “Representa um salto na eficiência e na rastreabilidade da proteção concedida às mulheres”, explicou o presidente do CNJ. Transformação cultural Além das medidas emergenciais de proteção, o presidente do CNJ defendeu a necessidade de transformar a cultura que naturaliza a violência de gênero. “O CNJ definiu como uma de suas prioridades estratégicas a estruturação de diretrizes nacionais para os Grupos Reflexivos e Responsabilizantes voltados a homens autores de violência doméstica e familiar contra a mulher”, informou.  De acordo com Fachin, o CNJ realiza o mapeamento das iniciativas existentes e prepara um manual teórico-prático para orientar a implementação desses grupos em todo o país. O ministro também mencionou o  Memorando de Entendimento com a Defensoria Pública da União, assinado na terça-feira (19/5), para ampliar a proteção a órfãos e órfãs do feminicídio. A parceria busca dar efetividade à Lei nº 14.717/2023, que prevê assistência a crianças e adolescentes que perderam as mães em decorrência da violência de gênero. “Crianças que perderam suas mães para a brutalidade não podem perder também seus direitos elementares por falta de informação ou de assistência jurídica”, justificou Fachin.  Por meio do acordo, o CNJ deverá ampliar o Painel da Violência Contra a Mulher para incluir dados sobre filhos de vítimas de feminicídio, permitindo a busca ativa dessas crianças e adolescentes para garantir assistência jurídica integral. O órgão também instituiu o Eixo Permanente de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, no âmbito do Observatório de Direitos Humanos. Coordenado pela conselheira Jaceguara Dantas, presente na cerimônia, o eixo deve fortalecer a atuação do Poder Judiciário no monitoramento da violência de gênero e no aperfeiçoamento das políticas voltadas à proteção de mulheres e meninas. Por fim, o presidente do CNJ registrou os esforços do Poder Judiciário para implementar um Ponto de Inclusão Digital (PID) em Dourados, em Mato Grosso do Sul, para promover justiça, cidadania e segurança para Mulheres Indígenas. “São ações que não esgotam o nosso trabalho; demonstram que, quando os três Poderes caminham juntos, o Estado brasileiro é capaz de proteger quem mais precisa e fomentar mudança cultural”, enfatizou o ministro. União entre os Poderes A cerimônia foi aberta pela primeira-dama Janja da Silva, que ressaltou a importância da atuação conjunta entre Executivo, Legislativo e Judiciário no enfrentamento à violência contra as mulheres. “Quando o Executivo, o Legislativo e o Judiciário caminham juntos, o país envia uma mensagem clara à sociedade: a vida das mulheres importa”, declarou. O presidente Luiz Inácio da Silva destacou a importância da reunião dos Três Poderes em torno da causa, mas salientou que a tarefa é muito mais árdua do que fazer leis. “Temos que ter um processo de reeducação como a gente cria nossa família, como educa as crianças. Precisamos aprender a viver neste mundo novo que nós precisamos aprender a viver e a educar nossos filhos”, aconselhou.  A comemoração dos 100 dias do pacto ainda contou com as presenças da coordenadora do Comitê de Gestão do Pacto Brasil ente os três poderes de enfrentamento ao feminicídio, Maria Helena Guarezi; do vice-presidente da mesa diretora do Senado Federal, senador Humberto Costa, do presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Mota, entre outras autoridades.  Texto: Margareth Lourenço Edição: Beatriz Borges Agência CNJ de Notícias    Número de visualizações: 24
20/05/2026 (00:00)
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