Terça-feira
18 de Agosto de 2026 - 
ADVOCACIA HOLISTICA - DIREITO HOLISTICO
CONFIANÇA E CREDIBILIDADE FAZ A DIFERENÇA
ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA - TRABALHISTA - CÍVEL - SERVIDOR PUBLICO
APOSENTADORIAS - REVISÕES - PENSÕES- BENEFÍCIOS ASSISTENCAIS (LOAS)

CONTROLE DE PROCESSOS

Caro Cliente, cadastre seu e-mail, e acompanhe seu processo. DJALMA LEANDRO
Usuário
Senha

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

NOTICIAS

PREVISÃO DO TEMPO

Segunda-feira - Serra Talhada,...

Máx
34ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Curitiba, PR

Máx
32ºC
Min
20ºC
Chuva

Segunda-feira - Barra do Garç...

Máx
31ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Recife, PE

Máx
30ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Itapema, SC

Máx
32ºC
Min
22ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Boa Vista, RR

Máx
35ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Salgueiro, PE

Máx
35ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Aracaju, SE

Máx
30ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Abaré, BA

Máx
36ºC
Min
25ºC
Chuva

Segunda-feira - Manaus, AM

Máx
30ºC
Min
23ºC
Chuva

Segunda-feira - Blumenau, SC

Máx
36ºC
Min
21ºC
Chuva

Segunda-feira - Rio de Janeiro...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Salvador, BA

Máx
32ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

COTAÇÃO MONETÁRIA

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
IENE 0,03 0,03
LIBRA ES ... 6,19 6,20
PESO (CHI) 0,01 0,01
PESO (COL) 0,00 0,00
PESO (URU) 0,12 0,12
SOL NOVO 1,31 1,31

Quem é Daniel Brandão, presidente do TCE do Maranhão afastado por decisão de Flávio Dino

Dino afasta presidente do Tribunal de Contas do Maranhão por 180 dias O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), Daniel Itapary Brandão, foi afastado do cargo por 180 dias nesta segunda-feira (17), por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Daniel Brandão é sobrinho do governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB) e tomou posse como conselheiro do TCE-MA em 16 de fevereiro de 2023. O afastamento de 180 dias foi solicitado pela Polícia Federal no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de desvio de recursos públicos e possíveis relações entre um esquema de corrupção e o assassinato do empresário João Bosco Sobrinho, ocorrido em São Luís, em 2022. A decisão também impede Brandão de acessar as dependências do TCE e de manter contato com outros investigados. A medida é cautelar e não representa condenação. Leia também: Justiça anula nomeação do sobrinho do governador do Maranhão para o cargo de Conselheiro do TCE-MADesembargador suspende sentença que anulou nomeação do sobrinho do governador do Maranhão para o cargo de Conselheiro do TCE-MA Quem é Daniel Brandão 1 de 2 Daniel Brandão, presidente afastado do Tribunal de Contas do Maranhão — Foto: Divulgação/TCE-MA Natural de São Luís, Daniel Brandão é formado em Direito e construiu a carreira profissional com passagens pela administração pública estadual, pela Assembleia Legislativa, pelo Tribunal de Justiça do Maranhão e pela advocacia privada antes de chegar ao Tribunal de Contas do Estado. Antes de ingressar no TCE-MA, Daniel Brandão foi secretário de Estado de Monitoramento de Ações Governamentais, cargo que exerceu em 2022 e até janeiro de 2023. Entre 2018 e 2020, ocupou a função de secretário-executivo da Assembleia Legislativa do Maranhão. Brandão também teve passagem pelo Judiciário. Entre 2015 e 2017, foi assessor-chefe de desembargador no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA). Anteriormente, de 2009 a 2012, atuou como assessor jurídico da Prefeitura de Colinas, município do interior do estado. Na iniciativa privada, exerceu a advocacia como sócio-proprietário de um escritório de advocacia e consultoria. Sobre o afastamento O ministro Flávio Dino decidiu nesta segunda afastar por 180 dias o presidente do TCE-MA, conselheiro Daniel Brandão. A medida cautelar foi tomada após um pedido da Polícia Federal e leva em consideração a relevância do cargo ocupado pelo conselheiro. E também o poder do conselheiro de "influenciar diretamente" investigações sobre um assassinato, ocorrido em 2022, no contexto de um esquema de desvios públicos. acessar sistemas e as dependências do TCE-MAfrequentar eventos públicos ou privados em razão do cargo do qual foi afastadoutilizar bens e serviços fornecidos pelo TCE-MA, como carros, funcionários, passagens aéreas e celularesmanter contato com Carlos Brandão e outros investigados pela PF por suposta participação no assassinato e no esquema de desvios. Segundo Dino, é preciso aprofundar as investigações para esclarecer o eventual envolvimento de Daniel Brandão tanto no homicídio como nos desvios de recursos públicos. "As investigações trazem sérios elementos de prova de que, desde o momento do crime até os dias atuais, o grupo investigado tem lançado mão de todas as ações ao seu alcance para blindar a identificação de Daniel Brandão em tal investigação", afirmou o ministro do STF na decisão. "Há, inclusive, fortes indícios de que o referido investigado tem se valido da relevante função pública de Conselheiro do TCE-MA para ocultar sua identidade nas investigações do crime de homicídio ocorrido no edifício Tech Office em 2022", completou o magistrado. Flávio Dino afirmou ainda que um órgão como o TCE-MA não pode ser presidido por uma pessoa que "figura no epicentro de investigações sobre um homicídio, além do mau uso de recursos públicos, cobrança de propinas e pagamentos fraudulentos". Governador Carlos Brandão nega envolvimento em organização criminosa investigada pela PF no Maranhão Entenda o caso O ministro Flávio Dino retirou o sigilo, na última sexta-feira (14), de parte das investigações sobre um homicídio ocorrido em São Luís em agosto de 2022, que depois se descobriu estar relacionado a um suposto esquema de desvio de dinheiro público que envolve o grupo político do governador do Maranhão, Carlos Brandão. Ele nega irregularidades. Em 2024, a Justiça maranhense condenou o executor do assassinato, Gilbson Cutrim Soares Júnior, pela morte do empresário João Bosco Sobrinho. As investigações iniciais, feitas pela Polícia Civil do Maranhão, concluíram que Gilbson Júnior matou o empresário após um desentendimento pessoal. Mas, posteriormente, surgiu a suspeita de que o motivo era a pisão de propinas no estado. Daniel Brandão, conforme mostram vídeos do local do assassinato, participou de parte da reunião em que teria havido um desentendimento sobre a pisão das propinas. O encontro acabou com Gilbson Júnior baleando o empresário João Bosco. A informação de que o Daniel Brandão esteve no local, no entanto, foi omitida da investigação inicial feita pela Polícia Civil, de acordo com as apurações posteriores da PF. Em junho de 2025, a PF pediu a transferência do assassino Gilbson Júnior para um presídio fora do Maranhão, por temer que ele corresse riscos no estado. O STJ autorizou a transferência para a Penitenciária Federal de Brasília. Gilbson Júnior começou a colaborar com as investigações. Seu pai, Gilbson César Soares Cutrim, passou então a ser procurado por Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão e integrante do grupo político do governador Brandão. Há uma gravação ambiental de uma conversa entre Gilbson (pai) e Raimundo Cutrim em que, segundo a PF, o ex-secretário pede ao pai do condenado que fizesse o filho mudar seus depoimentos para retirar das investigações a família Brandão. Raimundo Cutrim teria oferecido "vantagens, dinheiro e casas" para "tirar o nome do Daniel [presidente do TCE-MA] e do pessoal da família Brandão" dos depoimentos. Em depoimento, Gilbson (pai) disse que recebeu R$ 160 mil em dinheiro vivo para silenciar o filho. Em outubro de 2025, o caso saiu do STJ e foi para o STF. A defesa do assassino alegou ter informações de que o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que tem foro perante o STF, estava tentando interferir no processo no STJ. Weverton negou irregularidades nos contatos com o ministro do STJ e sugeriu que a investigação é uma perseguição política. 2 de 2 Governador Carlos Brandão (à esquerda) e Daniel Itapary Brandão, presidente afastado do TCE-MA — Foto: Arquivo pessoal
17/08/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
VISITAS NO SITE:  11138535