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Empregadores do Amazonas estão na "Lista Suja" do trabalho análogo à escravidão; veja quem são

Governo atualiza 'lista suja' do trabalho escravo e inclui Amado Batista e BYD O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou, na segunda-feira (6), o Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, conhecido como "Lista Suja". Na nova edição, dois empregadores do Amazonas aparecem na relação, sendo um deles incluído pela primeira vez. A chamada "lista suja" é um cadastro público pulgado duas vezes por ano, em abril e outubro. Nela entram nomes de empregadores após a conclusão de processos administrativos que comprovam a exploração de trabalho análogo à escravidão, com direito à defesa. Após a inclusão, o nome permanece na lista por dois anos. De acordo com o levantamento, o nome incluído nesta atualização é o de Márcio Fernandes Barbosa, no município de Tapauá, no interior do Amazonas. Segundo o ministério, ele submeteu três trabalhadores a condições degradantes em uma área rural do município, em 2024. O outro empregador amazonense é Gilcimar Modesto da Silva, que já constava em edições anteriores do cadastro e permanece na lista. O caso dele ocorreu em 2023, em Manaus. Dois trabalhadores foram resgatados em condições degradantes em uma fábrica de móveis localizada no km 82 da rodovia BR-174, na zona rural da capital. Atualização da lista Ao todo, a nova atualização incluiu 169 empregadores, sendo 102 pessoas físicas e 67 jurídicas. Com isso, o cadastro passa a reunir 613 nomes em todo o país. Entre os novos nomes incluídos estão o cantor Amado Batista e a montadora chinesa de carros elétricos BYD. Segundo o ministério, os casos desta edição ocorreram entre 2020 e 2025 e resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores. As atividades com maior número de inclusões foram: Serviços domésticos (23 casos);Criação de bovinos para corte (18);Cultivo de café (12);Construção de edifícios (10);Preparação de terreno, cultivo e colheita (6). Como funciona a 'Lista Suja' 1 de 1 A 'lista suja' do trabalho escravo foi criada em 2003 e é considerada um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no Brasil — Foto: Agência Brasil via BBC Nesta edição, 225 nomes foram retirados por já terem cumprido o prazo de dois anos no cadastro. Fiscalização e denúncias O combate ao trabalho análogo à escravidão envolve órgãos como Auditoria Fiscal do Trabalho, Polícia Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Federal e Defensoria Pública da União. Desde 1995, mais de 68 mil trabalhadores já foram resgatados dessas condições no Brasil. Denúncias podem ser feitas de forma remota e sigilosa por meio do Sistema Ipê, plataforma usada para receber casos de trabalho escravo contemporâneo.
09/04/2026 (00:00)
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