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CPI do Crime Organizado ouve Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central

Caso Master: Galípolo fala à CPI do Crime Organizado Uma semana antes do fim dos trabalhos, a CPI do Crime Organizado ouviu nesta quarta-feira (8) o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. A sessão durou menos de duas horas. Gabriel Galípolo começou falando sobre a situação do Master quando ele assumiu a presidência do Banco Central, em janeiro de 2025. Em setembro, o BC negou a compra do Master pelo Banco de Brasília e, dois meses depois, decretou a liquidação do Master. Galípolo foi questionado pelo relator da CPI, senador Alessandro Vieira, do MDB, sobre uma reunião no Palácio do Planalto com o presidente Lula e o dono do Master, Daniel Vorcaro. O encontro aconteceu em dezembro de 2024, um ano antes da liquidação. Na época, o Senado já havia aprovado o nome de Gabriel Galípolo para assumir o Banco Central. “Foi exatamente a resposta que o presidente Lula deu no momento: ‘O Galípolo vai assumir daqui a um mês o Banco Central. Esse é um tema que não cabe à Presidência da República, cabe ao Banco Central. E lá dentro do Banco Central, eu tenho certeza de que você vai ser tratado da maneira técnica e a análise vai ser técnica’". “E de lá o senhor não recebeu nenhum tipo de orientação com relação à conduta a ser adotada?”, perguntou o senador Alessandro Vieira, MDB – SE. “Recebi. Sempre assim: ‘Olha, seja técnico, o mais técnico possível. Você tem toda a autonomia nesse processo para você perseguir seja quem for, investigar seja quem for, mas também não faça nenhum tipo de pirotecnia’. A orientação sempre foi essa: ‘Não proteja ninguém, não persiga ninguém. Faça o trabalho técnico, você tem toda a autonomia, não importa quem seja, doa a quem doer, vá até o final desse processo’”, diz Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também era esperado na comissão, mas faltou pela terceira vez. Por decisão do STF, a convocação foi transformada em convite - quando não há obrigação de comparecer. Campos Neto esteve na chefia do BC de 2019 a 2024, época em que surgiram as primeiras suspeitas sobre o Master. “Não há em nenhum processo de auditoria ou de sindicância nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos”. 1 de 1 CPI do Crime Organizado ouve Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Gabriel Galípolo também foi questionado se tratou sobre o caso Master com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Na declaração de Imposto de Renda do Banco Master, em posse da CPI, consta que o escritório Barci de Moraes, de Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, recebeu R$ 80 milhões do Master em 2024 e 2025. Esse valor corresponderia a parte do pagamento pelo contrato, revelado pelo jornal “O Globo”, no valor de mais de R$ 3,5 milhões por mês, por um período de três anos, o que totalizaria R$ 129 milhões. O escritório afirmou ainda que prestou serviços de consultoria e atuação jurídica realizando 94 reuniões de trabalho, sendo 79 presenciais na sede do Banco Master. Ainda conforme a nota, os advogados do escritório produziram 36 pareceres e opiniões sobre persos temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito. O escritório afirmou também que elaborou e revisou a política de relacionamento do Master com o poder público, além de ajudar a implementar o novo código de ética e conduta do banco. Em nota desta quarta-feira (8), o escritório Barci de Moraes afirmou que "não confirma as informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos". À CPI, Galípolo afirmou que não discutiu o caso do Banco Master com Alexandre de Moraes nem com nenhum ministro da Corte e que, durante reuniões, abordaram as sanções impostas pelo governo americano com a Lei Magnitsky, em 2025. “Não. O que eu acho que vale a pena a gente fazer é uma explicação aqui, para pegar nome a nome... Eu acho que é importante a gente fazer uma explicação aqui. De todas as crises que a gente teve ao longo de 2025, talvez a mais complexa, do ponto de vista sistêmico, foi a relativa à Magnitsky. Cada um desses ministros que estavam envolvidos na questão da Magnitsky tinha discussões que envolviam a sua privacidade, e a sua privacidade do ponto de vista de sigilo bancário e financeiro, da qual eu tenho a obrigação de zelar e não dar publicidade sobre isso. Então, todos os temas relacionados a essas conversas que possam ter surgido com qualquer ministro do Supremo, eles surgiam a partir desse tema específico, que era envolvendo questões que são abertas a mim em função disso”, disse Gabriel Galípolo. A CPI do Crime Organizado deve terminar no dia 14 de abril. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil, negou o pedido de prorrogação dos trabalhos da comissão. Agora, a expectativa é que o colegiado se reúna na próxima semana para leitura e votação do relatório final. Presidente do Senado decidiu não prorrogar CPI do Crime Organizado, diz relator da comissãoAndréia Sadi: CPI do Crime Organizado ganha potencial explosivo e pode furar blindagem política no caso Master
08/04/2026 (00:00)
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