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Magistratura deve atuar de forma integrada contra o crime organizado, defende Fachin

No encerramento do encontro nacional sobre os “Desafios do Poder Judiciário ante o Crime Organizado”, realizado nesta terça-feira (24/3), o ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o combate ao crime organizado exige uma atuação coordenada de todo o Sistema de Justiça e ressaltou o papel da magistratura nesse processo.  Na ocasião, Fachin deu ênfase à criação da Rede Nacional de Magistrados com Competência em Criminalidade Organizada. Para o ministro, a iniciativa é um dos principais avanços do Judiciário no enfrentamento a esse tipo de crime, já que deve atuar como instrumento estratégico para dar respostas com a celeridade e a profundidade necessárias à sofisticação crescente das organizações criminosas. A portaria de criação da rede está em fase de elaboração e conta com as contribuições dos participantes do encontro.   “O primeiro grande desafio que se impõe a esse seleto grupo da magistratura é de natureza imediata e inadiável: depurar e aplicar, em tempo curto, a nova legislação Antifacção, hoje sancionada”, afirmou Fachin. Segundo ele, a implementação dessas normas exigirá da magistratura um esforço interpretativo rigoroso, alinhado à Constituição e aos tratados internacionais de direitos humanos, além de diálogo institucional para uniformizar entendimentos em todo o país.  Integração institucional    Outro ponto fundamental para Fachin é uma atuação mais integrada entre órgãos como Ministério Público, polícias, Receita Federal do Brasil, Banco Central do Brasil e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “Asfixiar financeiramente as organizações criminosas é tão ou mais eficaz que a resposta punitiva”.  Nesse contexto, o ministro ressaltou que o acesso a dados qualificados e a existência de canais seguros de cooperação institucional são essenciais para subsidiar decisões judiciais mais eficazes, sem comprometer a imparcialidade do julgador.  Fachin também reafirmou a relevância do lançamento do Painel Nacional do Crime Organizado, ferramenta desenvolvida pelo CNJ para sistematizar dados sobre o tema. O instrumento deve orientar a formulação de políticas judiciárias e aprimorar a atuação do Judiciário no julgamento de processos relacionados a organizações criminosas.   Ao final, o presidente do CNJ fez uma convocação à magistratura para atuação conjunta e contínua na defesa do Estado Democrático de Direito. Ele alertou para os riscos da diluição institucional e destacou que o enfrentamento ao crime organizado no Brasil deve ser conduzido de forma estratégica, articulada e baseada nos valores que sustentam a atuação do Judiciário.  Texto: Thays Rosário   Edição: Andréa Lemos  Agência CNJ de Notícias Número de visualizações: 11
24/03/2026 (00:00)
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