Quinta-feira, 
08 de Outubro de 2026 - 
ADVOCACIA HOLISTICA - DIREITO HOLISTICO
CONFIANÇA E CREDIBILIDADE FAZ A DIFERENÇA
ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA - TRABALHISTA - CÍVEL - SERVIDOR PUBLICO
APOSENTADORIAS - REVISÕES - PENSÕES- BENEFÍCIOS ASSISTENCAIS (LOAS)

CONTROLE DE PROCESSOS

Caro Cliente, cadastre seu e-mail, e acompanhe seu processo. DJALMA LEANDRO
Usuário
Senha

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

NOTICIAS

PREVISÃO DO TEMPO

Segunda-feira - Serra Talhada,...

Máx
34ºC
Min
23ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Curitiba, PR

Máx
32ºC
Min
20ºC
Chuva

Segunda-feira - Barra do Garç...

Máx
31ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Recife, PE

Máx
30ºC
Min
26ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Itapema, SC

Máx
32ºC
Min
22ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Boa Vista, RR

Máx
35ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Salgueiro, PE

Máx
35ºC
Min
24ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Aracaju, SE

Máx
30ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

Segunda-feira - Abaré, BA

Máx
36ºC
Min
25ºC
Chuva

Segunda-feira - Manaus, AM

Máx
30ºC
Min
23ºC
Chuva

Segunda-feira - Blumenau, SC

Máx
36ºC
Min
21ºC
Chuva

Segunda-feira - Rio de Janeiro...

Máx
32ºC
Min
24ºC
Chuva

Segunda-feira - Salvador, BA

Máx
32ºC
Min
25ºC
Parcialmente Nublado

COTAÇÃO MONETÁRIA

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
IENE 0,03 0,03
LIBRA ES ... 6,19 6,20
PESO (CHI) 0,01 0,01
PESO (COL) 0,00 0,00
PESO (URU) 0,12 0,12
SOL NOVO 1,31 1,31

Participação e autonomia das pessoas idosas orientam debates sobre acesso à Justiça

Garantir que pessoas idosas possam compreender, participar e decidir sobre questões que afetam suas vidas, respeitando as diferentes condições de envelhecimento, está entre os desafios do Poder Judiciário para assegurar o acesso desse público à Justiça. O tema orientou a abertura do 2º Encontro Nacional de Acesso à Justiça e Cidadania da Pessoa Idosa, que acontece nesta quinta-feira (8/10), na sede do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).  O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reúne representantes de instituições públicas para discutir experiências e propostas de aprimoramento da Política Judiciária sobre Pessoas Idosas e suas Interseccionalidades. Ao abrir o encontro, a presidente do Comitê Nacional da Pessoa Idosa e Suas Interseccionalidades do CNJ, a conselheira Noemia Porto, destacou que o envelhecimento da população brasileira exige mudanças na atuação do Estado e do sistema de justiça. “A questão que temos diante de nós, portanto, não é simplesmente como atender melhor a pessoa idosa quando ela procura o Judiciário. É mais ampla: como o sistema de justiça pode reconhecer as características, as necessidades e as diferentes formas de vulnerabilidade que atravessam o envelhecimento e, a partir disso, qualificar o acesso à Justiça, à prestação jurisdicional e às próprias estruturas institucionais”, afirmou. A conselheira ressaltou que a Política Judiciária Nacional, instituída pela Resolução CNJ n. 520/23, precisa avançar para além das diretrizes formais. “A programação de hoje não foi pensada apenas para apresentar a política ou discutir aspectos conceituais e estatísticos”, alertou. Ela reforçou que o encontro quer identificar problemas concretos, conhecer experiências dos tribunais e reunir propostas que orientem os próximos passos da política.  O coordenador da política no CNJ, juiz auxiliar da Presidência Hugo Gomes Zaher, salientou que a autonomia da pessoa idosa é princípio fundamental da resolução citada pela conselheira Noemia. Ele disse que quando houver necessidade de apoio, é preciso assegurar condições para que a pessoa idosa compreenda o que está sendo discutido e participe das decisões sobre sua própria vida. “Esperamos que o encontro contribua para definir prioridades e qualificar os instrumentos nacionais em construção”, afirmou.  Dificuldades Zaher reforçou ainda a importância da cooperação entre tribunais, instituições parceiras e pessoas idosas para que as orientações respondam às dificuldades de quem procura os serviços da Justiça. Ao participar da mesa de abertura, o segundo vice-presidente do TJDFT, desembargador Teófilo Caetano, apresentou a atuação do Núcleo Permanente da Pessoa Idosa (Nupi) do tribunal, que trabalha em parceria com o Ministério Público e a Defensoria Pública. “Essa integração permite aproximar diferentes serviços e possibilidades de encaminhamento. O que se busca com o espaço é uma forma integrada de atuação, sobretudo quando ocorrem situações de vulnerabilidade e violação de direitos que não comportam apenas resposta judicial ou atuação isolada de uma única instituição”, explicou sobre o serviço oferecido. A juíza da Ouvidoria do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávia Viana, chamou a atenção para o risco de presumir a incapacidade de uma pessoa em razão da idade, restringindo sua possibilidade de falar, decidir e fazer escolhas. Ela apresentou o Guia de Atendimento às Pessoas Idosas, desenvolvido pela Ouvidoria do STF para tornar o atendimento mais respeitoso, inclusivo e acessível. Também participaram da mesa de abertura o diretor de Proteção da Pessoa Idosa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Kênio Costa de Lima, e a subsecretária de Políticas para o Idoso do Distrito Federal, Dolores Moreira da Costa Ferreira. Experiências e propostas A programação do encontro inclui a apresentação da experiência do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), que realizou a Semana de Atenção à Pessoa Idosa e celebrou acordo de cooperação com a Polícia Civil do estado. Para Noemia Porto, a iniciativa demonstra a importância da atuação articulada entre Judiciário, segurança pública, assistência social, saúde e outras instituições diante de situações de violência e violação de direitos. À tarde, cinco laboratórios temáticos discutem violência contra a pessoa idosa, direitos e cuidados, envelhecimento com qualidade de vida e direito à saúde, bem como combate ao etarismo e aposentadoria e atividade. As contribuições serão reunidas em uma plenária ao final do encontro, para identificar prioridades e propostas para o aprimoramento da política nacional. “O propósito não é produzir uma lista extensa de intenções, mas identificar elementos que possam efetivamente orientar o desenvolvimento da política”, afirmou a conselheira Noemia Porto. Confira a programação  Veja as imagens do evento no Flickr do CNJ. Texto: Margareth Lourenço  Edição: Beatriz Borges Revisão: Geovana Lima Agência CNJ de Notícias        Número de visualizações: 31
08/10/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
VISITAS NO SITE:  11354371